
Em entrevista ao Jornal da Cidade, da FM 94, Fernando Cunha criticou a
paralisação da obra de duplicação da reta Tabajara, a cargo do
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), anunciada
o ano passado pelo então presidente da Câmara Henrique Alves (PMDB),
candidato ao governo, como uma obra líquida e certa. Agora, a obra corre
risco de ser perdida por ações de políticos norte-rio-grandenses em
Brasília, segundo comenta-se nos bastidores.
“Infelizmente a obra de duplicação da Reta Tabajara era para ter
começado em maio de 2014 e terminado agora em 16 de fevereiro de 2015. É
uma obra de mais ou menos R$ 250 milhões, que não é uma obra para
Macaíba, diga-se. O tráfego dela é composto por muitos caminhões que vêm
das fábricas de Extremoz e da zona Norte. São mais ou menos 27
quilômetros e, em função disso, deixa o trânsito lento. Geralmente o
motorista é pouco paciente e faz ultrapassagem irregular, ocasionando
colisão e muitas mortes. Tudo por falta da duplicação”, disse o
prefeito.
Segundo Fernando Cunha, a população de Macaíba “está muito revoltada,
porque a duplicação não é de Macaíba, é de todos que vêm do Seridó, do
Assú e que passa por Macaíba. É uma passagem obrigatória e essa lentidão
faz acontecer esses acidentes”.
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