Vítima foi levada para o Hospital Walfredo Gurgel, enquanto atirador se escondeu na residência até ser rendido
Por Leonardo Dantas e Lara Paiva

Ele manteve a companheira, identificada como Edivânia Vieira, sob a mira de uma arma – provavelmente de pressão – por alguns momentos, até atirar contra a mesma. Ela foi retirada de dentro da casa e socorrida para o Hospital Walfredo Gurgel. Enquanto isso, Baracho se manteve irredutível e armado, escondido no interior da residência.
Na ação policial, um grupo de agentes do Bope tentou negociar a rendição de Baracho que não aceitou se entregar. Em determinado momento, a coordenação da negociação decidiu pela invasão, utilizando bombas de efeito moral e arrombando uma das portas do imóvel. Ao entrar, a equipe encontrou o suspeito debilitado, provavelmente, por efeito de álcool ou drogas.
O comandante do Bope, major Rodrigo Trigueiro, confirmou a informação de que o suspeito enfrenta problemas psiquiátricos, portanto, seria encaminhado para o Hospital João Machado, onde uma médica faria o atendimento.
De acordo com Trigueiro, antes da invasão foi tentado o contato verbal, seguindo todos os protocolos policiais. Após três tentativas sem retorno, foi decidido pela intervenção.
Populares informaram terem ouvido uma discussão e disparo de arma de fogo, antes do acionamento das forças de segurança. Contudo, o comandante do Bope relatou que o ferimento na mulher foi causado por uma arma de pressão, apesar de um revólver calibre 38 ter sido encontrado na residência.
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