23/05/2013
Ricardo Sérgio será empossado no cargo nesta sexta-feira (24).
Ele também quer virtualizar inquéritos e capacitar policiais do estado.
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Ricardo Sérgio de Oliveira toma posse como delegado geral no RN na sexta (24) (Foto: Fernanda Zauli/G1)
"O projeto já existe e está no Gabinete Civil do Governo do Estado. A meta é implementar a DHPP ainda este ano, mas ainda não tenho condições de informar como será a estrutura, pois isso depende do orçamento existente", falou Ricardo Sérgio.
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Segundo o novo chefe da Degepol, a DHPP funcionará em regime de plantão
24 horas e será responsável por investigar todos os assassinatos no
estado. "Será a primeira equipe de Polícia Civil a chegar nos crimes de
homicídio. Isso possibilidade uma maior possibilidade de elucidação
desses crimes", explicou. Já existem Divisão semelhentes em boa parte
dos estados brasileiros.Ricardo Sérgio disse que uma outra prioridade é buscar investimentos continuados em inteligência. "A nossa inteligência é atuante, mas sempre pode ser melhorada. Para isso, vamos buscar recursos e trazer a inteligência para todas as delegacias do estado", frisou.
Ele disse que pode rever a atuação da Corregedoria de Polícia, que no Rio Grande do Norte não tem poder de investigação. "Como já fui corregedor, sei das dificuldades. Mas isso pode ser revisto, desde que o regimento da Corregedoria seja alterado".
Ricardo Sérgio adiantou que pretende, também, implementar a virtualização de inquéritos policiais e capacitar permanentemente os agentes, escrivães e delegados do Rio Grande do Norte.
Ele assegurou que o Núcleo de Custódia de Polícia Civil, desativado este ano, não será reaberto. "Isso está fora de cogitação. Hoje temos, em todo o Rio Grande do Norte, 47 presos em delegacias. Estamos trabalhando para zerar esse número. Essa questão já está sendo vista pela Secretaria de Justiça e Cidadania, que é responsável pelos presos no estado".
Ricardo Sérgio também frisou que, por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, não tem como precisar quando haverá um novo concurso público para preenchimento de vagas existentes na Polícia Civil potiguar. "Ainda mais porque o concurso anterior ainda está vigorando. Ou seja, outras pessoas aprovadas nesse concurso podem ser nomeadas".
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