Edilma estava sendo procurada desde 3 de abril deste ano, quando seu irmão prestou queixa de desaparecimento na Delegacia de Capturas (Decap). Segundo ele, ela saiu de casa, no Bairro Nordeste, com destino ao Jardim Progresso, onde se encontraria com um homem identificado como João Maria, conhecido como “João Macumbeiro”, já conhecido da família e da vítima, e não foi mais vista.
Ben-Hur afirma que, durante as investigações, João Maria foi ouvido duas vezes e a polícia percebeu que ele tinha envolvimento com o desaparecimento. João foi preso temporariamente e acabou assumindo o crime, confessando ainda a participação de mais duas pessoas: Jarbas, conhecido como “Lilico”, e Gildésio, o “Gil”.
Presos, os três acusados acabaram relatando como o crime aconteceu. Segundo eles, Edilma procurou João para fazer um trabalho de magia negra com objetivo de aproximar uma pessoa dele e, quando Jarbas descobriu que ela era solteira e não tinha filhos, decidiu usá-la em outro ritual.
Em depoimento, eles afirmaram que embebedaram a vítima, amarraram seus braços e pernas e, em seguida, a estrangularam e enterraram o corpo no quintal da casa de João Maria.
O corpo de Edilma foi levado para o Instituto Técnico Científico da Polícia e a perícia confirmou a morte por asfixia. De acordo com o delegado Ben-Hur, os vizinhos da casa onde o cadáver foi encontrado estavam bastante revoltados com o crime.
Nenhum comentário:
Postar um comentário